domingo, 26 de maio de 2013

RESENHA LIVRO O MODELO SOCIAL DO ANTIGO TESTAMENTO

COPE, Landa L. Modelo Social do antigo Testamento: redescobrindo princípios de Deus para discipular as nações. Almirante Tamandaré- PR: Gráfica e Editora Jocum Brasil, 2007. A obra autor do Modelo Social do antigo Testamento foi traduzido por: Andréa Aparício Ribeiro. Almirante Tamandaré JMÍ:Gráfica & Editora Jocum Brasil Marcos de Souza Borges Edição e Distribuição de Livros. 2007.Título original: The Old Testament Template Rediscovering God's Principles for Discipling Nations ISBN 978-85-60363-06-3232 páginas; 21 cm.1. Sociologia Cristã 2. Ecologia Social Cristã 1. Título. II. Trad.

O Autor do texto mostra ao escrever esta obra sua idéias voltadas a renovação de um conhecimento sobre o evangelho do reino de Deus se nós vamos discipular todas as nações.

O décimo quarto capítulo, do texto aborda a necessidade de um Jesus supremo pois iremos precisar de uma maior revelação sobre Jesus Cristo, sobre a mensagem do reino. Quando pregamos apenas a salvação, estamos perdendo a maior parte da mensagem do Reino de Deus.  Não há outro caminho para se entrar no Reino. As pessoas precisam destruir esse pensamento dividido entre secular e sagrado e  tomar o evangelho do Reino. Então, não somente nossas palavras, mas nossas ações e nossa influência, testemunharão a supremacia absoluta de Cristo e de Sua mensagem. Existem somente dois Reinos Um cuidadoso estudo da Palavra de Deus revela dois Reinos. De acordo com um deles, Jesus é Senhor sobre todas as coisas e no outro não é. Na perspectiva de Deus, todas as coisas são integradas sob sua suprema autoridade. Em Mateus 5:17-19; 13:52 Jesus revela as chaves da grandeza no Reino dos Céus. Se não integrarmos o Antigo com o Novo Testamento, se não ensinarmos o antigo e o novo, se não integrarmos o espiritual e o material, o celestial e o terreno, o visível e o invisível, então, não estaremos vendo o verdadeiro Jesus.

No décimo quinto capítulo do texto, Landa afirma que precisamos da perspectiva de Deus sobre as nações, assim como está escrito nas Escrituras Sagradas em Ap. 7:9-10. E Voltando as escrituras descobriremos qual o propósito da Igreja em relação a todos os povos de Deus, que devemos orar com freqüência. Deus morreu para nos salvar e deseja que todos sejam salvos. O único caminho para o Reino de Deus é através de Jesus Cristo, mas a salvação não é o objetivo final de Deus. O poder de Deus através do Espírito Santo é algo essencial e maravilhoso Deus, o Consolador, vivendo dentro de nós. Também Nosso destino não são os milagres. Os milagres que aconteceram quando Deus dividiu o Mar Vermelho, e a multiplicação dos pães que Jesus alimentou 4 e depois 5 mil pessoas com alguns peixes e pães ele queria ensinar algo para as pessoas. Isso prova que um milagre sempre aponta para algo da natureza e do caráter de Deus, e também, como maneira de pensar. São as maneiras de Deus nos preparar. No passado todos os profetas profetizaram às nações, as profecias eram geralmente, dirigidas ao indivíduo ou à Igreja. O autor diz que não está errado, mas, de acordo com as Escrituras, não era esse o foco dos profetas.

Segundo o comentário do autor do texto as nações  são milagres. Elas nascem, por causa da vontade de Deus, elas têm sua origem no Criador, não podem existir, a não ser por Sua vontade. Deus fez uma aliança com todos os povos e, essa afiança, permanece para sempre, a não ser que o povo a quebre. Jesus está dizendo que a chegada da salvação, não elimina a necessidade de se pregar e ensinar os princípios sobre como se viver em comunidade. Devemos pregar sobre a salvação e devemos ensinar sobre como se constrói uma nação. Quando pregamos somente o Novo Testamento, estamos ensinando às pessoas a serem as menores no Reino dos céus. É bom que estejam no Reino, mas Deus deseja mais. Ele deseja liberar influência e grandeza no Reino. Para isso, devemos voltar a discipular usando a Bíblia inteira.

O que Paulo entendeu, foi que  as nações segundo a perspectiva de Deus,  alguns dos apóstolos queriam que o Cristianismo fosse uma ramificação da cultura judaica. Paulo contesta e diz que as Boas Novas de Cristo, não são para ser uma ramificação de cultura nenhuma. É a mensagem de Deus para todas as nações e deve ser expressa de maneira própria, através de suas várias línguas e culturas. As nações expressam a diversidade de Deus e de Sua natureza. No novo mundo, aparecemos com toda a nossa glória nacional, trazendo nossos tesouros de justiça, saúde, sabedoria, amor, beleza e riquezas diante de Seus pés, declarando que Ele é a fonte de tudo o que temos de bom. Os Reis apresentam a glória de suas nações diante do trono11.

O décimo sexto capítulo, Landa Cope relatou que Precisamos de uma perspectiva bíblica sobre as profissões. "Porque somos criação de Deus realizada em Cristo Jesus para fazermos boas obras, as quais Deus preparou antes para nós as praticarmos." Ef. 2:10. No texto Landa observa que  geralmente, consegue entender melhor, tanto as outras pessoas como a ela mesma. Se quisermos revelar o Reino e toda a Sua glória, precisamos da perspectiva de Deus sobre profissões e trabalho. Uma grande parte de como O conhecemos e O desfrutamos para sempre, é cumprindo o trabalho que Ele nos designou para fazermos. Revelamos Deus através do trabalho das nossas mãos. Assim como Ele revelou a Si mesmo através da Sua criação, nosso trabalho revela quem somos, o que cremos e em quem cremos e a quem adoramos.

Landa diz que a sociedade se "seculariza" ou, mergulha profundamente em trevas. Quando nós, como cristãos, deixamos Deus fora dos nossos empregos e vamos ao trabalho só para ganhar dinheiro, então, o sal perdeu todo o seu sabor. Quando a "luz do mundo" é fraca, certamente a escuridão predomina. Os   cristãos sendo o sal e a luz, somos o problema e a solução. Numa vida dedicada a Deus por completo, através de todas as áreas, da família e do trabalho. No ministério, buscamos revelar o Grande Sumo Sacerdote a todo o Corpo de Cristo. Retratos reais conseguirão articular novamente os propósitos de Deus para todas as áreas da vida.

Uma Teologia prática para cada Área da Sociedade
Depois de dez anos estudando as Escrituras, tendo a Sociedade e as profissões em mente, Landa Cope diz que este livro é a sua primeira tentativa de articular um mandato vocacional para cada Área sejam elas governo, família, Igreja, ciência e tecnologia, na economia os negócios, na educação, comunicação e mídia, artes e entretenimento favorecem no plano de Deus.  

O décimo sétimo capítulo, o autor cuidadosamente descreveu que precisamos de estratégias bíblicas: as tentações no deserto "Não sobreveio a vocês tentação que não fosse comum aos homens." 1Co. 10:13. "Pois não temos um sumo sacerdote que não possa compadecer-se das nossas fraquezas, mas sim alguém que, como nós, passou por todo tipo de tentação, porém, sem pecado." Hb. 4:15. Jesus enfrentou três tentações. Esse incidente de sua vida é tão  importante, que três dos apóstolos o incluíram em seus relatos.1 Por muitos anos, tenho analisado essas três tentações, pedindo a Deus por uma revelação pessoal de como elas se relacionam com a minha vida. Jesus falou que todas as tentações são comuns a todos os homens e que Ele sofreu todas elas, assim como eu e você. A mim me parece que, a ênfase bíblica sobre essas três tentações em sua vida deve significar que elas também são importantes para nós. Se queremos reconquistar a nossa influência na Sociedade, é essencial que entendamos as tentações que enfrentamos.

Segundo o autor quando Jesus estava no deserto enfrentou três tentações - três Estratégias, no relato em Mt. 4, encontramos as palavras de tentação vindas do diabo, e as palavras de Deus que Jesus usa para combatê-las. Cada um dos três elementos são vitais para a compreensão. Começamos com, "Jesus foi levado pelo Espírito..." O propósito do Espírito Santo ao levar Jesus até lá foi ... para ser tentando pelo diabo. Ele não foi tentado porque Satanás armou para Ele. Ele não foi tentado porque Ele tinha algum pecado em Sua vida. Deus o levou a essa tentação, estrategicamente planejada, para prepará-lo para o chamado de Sua vida. O diabo estava envolvido, mas era Deus que era o agente ativo da situação. Esse entendimento nos confronta quando queremos ser mais que humanos e quando desejamos que o mundo nos veja como fortes e invencíveis. A profunda necessidade humana que Ele sofreu expõe o nosso desejo orgulhoso de não ter necessidade alguma.

É no deserto, nessa situação miserável de profunda necessidade física, que "o tentador aproximou-se Dele e diz: — Se és o Filho de Deus, manda que estas pedras se transformem em pães". Aqui o autor diz que duvidar quem Ele era em Deus, duvidar de Sua condição de Filho. Essa é a primeira tentação. Jesus não cai nessa tentação quanto à sua identidade. Ele responde: Está escrito: "'Nem só de pão viverá o homem...". Ele não nega que está com fome. Ele não nega que, assim como todos os homens, ele precisa de pão. Ele não começa uma discussão sobre a capacidade de Deus de prover quando há necessidade. Ele, simplesmente, reconhece que pão não é a nossa única necessidade. E continua a citar mais passagens das Escrituras: "... mas de toda palavra que procede da boca de Deus". Toda Palavra! Não somente algumas das palavras de Deus, mas todas elas, incluindo as palavras faladas por Deus em cinco versículos anteriores: "— Este é meu Filho amado, em quem me agrado":
A palavra tinha sido dita através dos profetas, dos anjos, dos reis magos, de Isabel, de Maria,  de José e de uma voz vinda do céu. Jesus não iria duvidar dessas palavras apenas porque estava enfrentando necessidades. O inimigo acaba derrotado por Jesus, que se firma nas palavras de Seu Pai sobre quem Ele é.


Décimo oitavo capítulo, o autor da obra diz que precisamos de estratégias bíblicas: o modelo de servo. O Reino de Deus tem uma estratégia de saturação está dramaticamente demonstrado através das exortações de Deus para Israel sobre não escolher um rei, mas sim, um sistema mais popular de líderes tribais e representação. O Reino está em você tanto o Antigo como o Novo Testamento enfatizam essa internalizarão do Reino. É sendo o Reino e vivendo o Reino que cumpriremos o mandato de Deus.
A mensagem nunca terá mais autoridade que nossa vida, o  testemunho da vida pessoal de Jesus, em Nazaré, por trinta anos, foi a base da autoridade dos seus três anos de ministério. Os valores de Deus podem estar escritos nos estatutos civis de uma nação e terá algum efeito, mas, para haver transformação real em uma cultura, esses mesmos valores devem estar escritos também nos corações das pessoas. A Sociedade é quem deve mudar e o Reino de Deus ser estabelecido  uma pessoa de cada vez.

No décimo nono capítulo, Landa Cope afirma que precisamos de uma perspectiva de Deus sobre Mudanças. Devemos saber interpretar os sinais dos nossos tempos. Em Mt. 16:3. "Da tribo de Issacar, homens que sabiam como Israel deveria agir em qualquer circunstância..." I Cr. 12:32. e queremos ter influência sobre as nações, assim como os homens de Issacar, universo, planetas em rotação e gravidade, "em cima" e "embaixo," tornam-se mais expressões figurativas de linguagem que idéias concretas em nossas percepções. A História pode nos dar um entendimento mais positivo sobre mudanças globais e sobre os tempos em que vivemos. Não somos a primeira geração de cristãos a enfrentar mudanças nos Sistemas Sociais. E, se Jesus ainda demorar mais, pode não ser a última.

Conclusão:

Colocando em prática este rico conhecimento da leitura do texto, o autor demonstrou suas  idéias e dúvidas, numa visão que tudo está mudando, e precisamos constantemente ficar atentos com olhos voltados para realidade de buscarmos o reino de Deus em nossas vidas e compreendermos o compromisso de Deus com toda a sociedade e todas as nações.

Assim sendo, esta leitura é indicada para domínio em todos momentos como experiência em nossas vidas.




Elienelima3@hotmail.com

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